A UTEPSA realizou dois debates sobre a situação das mulheres na ciência. O primeiro, a 11 de fevereiro, coincidiu com o Dia Internacional das Mulheres e Raparigas na Ciência. O segundo ocorreu no Dia Internacional da Mulher.
Mulheres na Ciência
O debate de 11 de Fevereiro centrou-se em algo que as estatísticas confirmam ano após ano: poucas raparigas e mulheres escolhem carreiras nas ciências, tecnologia, engenharia e matemática (STEM). Por quê? O que podem fazer as universidades? Estas foram as questões que nortearam a discussão.
O debate abordou também as mulheres que já trabalham nestas áreas. Muitas têm carreiras sólidas, mas as suas contribuições são em grande parte invisíveis fora dos respetivos campos. O debate serviu para as trazer à tona e para levantar um ponto crucial: se as universidades não abrirem mais portas, as raparigas continuarão a ver-se negligenciadas na ciência.
Violência, Cuidado e a Disparidade Salarial de Género
O segundo encontro teve como título “Mulheres e Desigualdades Persistentes: Violência, Cuidado e Disparidades na Ascensão Profissional”. Especialistas de várias instituições quantificaram três realidades que afectam diariamente as mulheres: a violência de género, a carga desproporcionada de tarefas domésticas e de cuidados e os obstáculos que enfrentam para progredir na carreira.
Alunos e professores participaram na discussão. Os dados existem e são convincentes. O que falta, como se tornou evidente ao longo do dia, são políticas que traduzam estes dados em mudanças reais.
Ambas as discussões foram realizadas no âmbito do projeto BRAVIOO, uma iniciativa Erasmus+ cofinanciada pela União Europeia. O projeto liga onze universidades em Espanha, Portugal, Argentina, Bolívia, Chile e Honduras e é liderado pela Universidade Carlos III de Madrid. O seu foco é o fortalecimento das ouvidorias universitárias e o bem-estar da comunidade académica.
A UTEPSA realizou dois debates sobre a situação das mulheres na ciência. O primeiro, a 11 de fevereiro, coincidiu com o Dia Internacional das Mulheres e Raparigas na Ciência. O segundo ocorreu no Dia Internacional da Mulher.
Mulheres na Ciência
O debate de 11 de Fevereiro centrou-se em algo que as estatísticas confirmam ano após ano: poucas raparigas e mulheres escolhem carreiras nas ciências, tecnologia, engenharia e matemática (STEM). Por quê? O que podem fazer as universidades? Estas foram as questões que nortearam a discussão.
O debate abordou também as mulheres que já trabalham nestas áreas. Muitas têm carreiras sólidas, mas as suas contribuições são em grande parte invisíveis fora dos respetivos campos. O debate serviu para as trazer à tona e para levantar um ponto crucial: se as universidades não abrirem mais portas, as raparigas continuarão a ver-se negligenciadas na ciência.
Violência, Cuidado e a Disparidade Salarial de Género
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